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Reserva Natural das Ilhas Selvagens

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A Reserva Natural das Ilhas Selvagens tem uma área total de 9455 hectares, é delimitada pela batimétrica dos 200 metros e inclui todas as ilhas e ilhéus. Através do estatuto de protecção total são resguardados os ecossistemas de toda a área terrestre (Selvagem Grande, Selvagem Pequena, Ilhéu de Fora e ilhéus adjacentes) e de toda a área marinha adjacente.

 

As Ilhas Selvagens compreendem três ilhas, Selvagem Grande, Selvagem Pequena e Ilhéu de Fora.

A Selvagem Grande apresenta uma forma pentagonal, e é a maior e mais alta das três ilhas. É caraterizada pelo relevo bastante acentuado e por uma extensa zona planáltica que cai abruptamente sobre o mar, elevada a cerca de 100 metros acima do nível do mar. O ponto mais alto é atingido no Pico da Atalaia, a 163 metros, onde existe um Farol.

A Selvagem Pequena apresenta forma irregular, perfil baixo e achatado. Atinge uma altitude máxima de 49 metros, no Pico do Veado, onde existe um Farol.

O Ilhéu de Fora é a mais pequena das três ilhas. A altitude máxima é atingida no Pitão Pequeno, com 18 metros.

 

CONTACTOS

COMO VISITAR?

LOCALIZAÇÃO

VALORES NATURAIS

VALORES CULTURAIS

HISTORIAL

GESTÃO E PROTEÇÃO

PROGRAMAS DE CONSERVAÇÃO, ESTUDOS E PROJETOS EM CURSO

 

Contactos

 

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INÍCIO

 

COMO VISITAR?

O acesso à Reserva Natural das Ilhas Selvagens é efectuado por mar, sendo apenas permitido quando devidamente autorizado e credenciado pelo Instituto das Florestas e Conservação da Natureza.

Visite-nos através de embarcações privadas ou de embarcações marítimo-turísticas.

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LOCALIZAÇÃO

A Reserva Natural das Ilhas Selvagens localiza-se a sudeste da Ilha da Madeira, tendo como coordenadas 30° 05’ 40’’ norte e 15° 51’ 50’’ oeste, e integra uma área terrestre composta por três ilhas (Selvagem Grande, Selvagem Pequena e Ilhéu de Fora) e ilhéus adjacentes, e por toda a área marinha envolvente até à batimétrica dos 200 metros. Os arquipélagos mais próximos são a Madeira e as Canárias, a aproximadamente 163 e 82 milhas náuticas respectivamente.

 

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VALORES NATURAIS

Habitats

As Ilhas Selvagens combinam uma variedade de factores, nomeadamente: localização geográfica, isolamento e condições de colonização muito difíceis, que as fazem apresentar habitats que são representativos e importantes para a conservação in situ da biodiversidade.

Dado à grande importância destes habitats, alguns estão classificados de "Habitats de interesse comunitário".

 

Habitats de interesse comunitário presentes nas Ilhas Selvagens:

 

  • Bancos de areia permanentemente cobertos por água do mar pouco profunda;

    Lodaçais e areias a descoberto na maré baixa;

    Enseadas e baías pouco profundas;

    Falésias com flora endémica das costas macaronésias;

    Formações baixas de euforbiáceas junto a falésias. 

 

Fauna

A fauna vertebrada das Ilhas Selvagens é caracterizada pelo largo domínio das aves marinhas nidificantes e pela ausência de mamíferos nativos.

Estas ilhas são um santuário de nidificação de aves marinhas, possuindo condições singulares e únicas em todo o Mundo. Da avifauna nidificante conhecem-se nove espécies, entre as quais: a cagarra Calonectris borealis, calcamar Pelagodroma marina hypoleuca, alma-negra Bulweria bulwerii, roque-de-castro Hydrobates castro e pintainho Puffinus lherminieri baroli.

A colónia de cagarras, nesta área, apresenta-se como a maior densidade em todo o mundo. Contudo, a ave mais numerosa destas ilhas é o calcamar.

As aves residentes que podem ser encontradas durante todo o ano nas Ilhas Selvagens são o corre-caminhos Anthus bertheloti bertheloti, um passariforme cuja subespécie é a mesma que se encontra nas Ilhas Canárias mas não no Arquipélago da Madeira, e um pequeno número de casais de francelhos Falco tinnunculus canariensis, uma rapina de pequeno porte cuja subespécie é endémica do Arquipélago da Madeira.

 

Também poderão cá ser observadas outras aves que, ocasionalmente ou acidentalmente visitam as Ilhas Selvagens, sobretudo no outono e na primavera. São aves que se perdem das rotas migratórias e que encontram aqui, no meio do Atlântico, o sítio ideal para descansar e recuperar forças, para o prosseguir da viagem.

As outras espécies de vertebrados que podemos encontrar são a osga Tarentola bischoffi e a lagartixa Teira dugesii selvagensis, que ocorrem exclusivamente nas Ilhas Selvagens.

Nestas ilhas, também podemos encontrar um apreciável número de invertebrados endémicos, com um elevado número de insectos endémicos, sobretudo coleópteros e lepidópteros.

Nos gastrópodes terrestres temos atualmente oito espécies dadas para as Ilhas Selvagens, sendo uma endémica da Macaronésia, Ovatella aequalis e uma endémica das Ilhas Selvagens, Theba macandrewiana.

O meio marinho destas ilhas fica caraterizado pelas suas águas límpidas, onde guarda uma fauna abundante e diversificada.

Nas zonas rochosas são frequentes os gastrópodes, como sejam as litorinas, caramujos, cracas e lapas. Encontram-se igualmente com frequência ouriços-do-mar, sendo a espécie dominante o ouriço-de-espinhos-compridos Diadema antillarum. Junto com estes animais, coabitam várias espécies de esponjas, anémonas e estrelas-do-mar.

No que se refere aos peixes, observam-se com frequência a castanheta Chromis limbata e Abudefduf luridus, taínha Liza aurata, boga Boops boops, sargo Diplodus sp., garoupa Serranus atricauda, bodião Sparisoma cretense, peixes-cão Bodianus scrofa, peixes-verde Thalassoma pavo.

Várias espécies de tartarugas como de cetáceos também podem ser observadas nas águas circundantes destas Ilhas.

Em setembro de 2015 esteve uma equipa de investigadores e operadores de imagem na Reserva Natural das Ilhas Selvagens, no âmbito do Programa Pristine Seas, da National Geographic Society. Este projeto tem o objetivo de ajudar a preservar os últimos refúgios selvagens que existem nos nossos oceanos através da associação entre a investigação e a divulgação.
Desta expedição resultou um Relatório Científico e um Filme intitulado “National Geographic – Selvagens” que entregaram ao Governo Regional da Madeira, no dia 10 de maio.

flora

 

O coberto vegetal destas ilhas é composto por espécies perfeitamente adaptadas às condições edafoclimáticas. A cobertura florística terrestre compreende mais de uma centena de espécies de plantas vasculares e apresenta a percentagem mais elevada de endemismos por unidade de superfície de toda a Região da Macaronésia.

A vegetação da Selvagem Pequena e do Ilhéu de Fora é composta somente por espécies indígenas e endémicas, sem quaisquer introduções. Estas duas ilhas apresentam uma cobertura e um número surpreendente de espécies exclusivas.

A Selvagem Grande apresenta igualmente um coberto vegetal peculiar e uma interessante flora com endemismos da ilha, outros comuns às restantes Ilhas Selvagens e da Macaronésia, para além de ser o limite da distribuição de determinadas espécies no hemisfério sul ou no norte.

 

As Ilhas Selvagens são detentoras de onze endemismos exclusivos, entre os quais:

cila-da-madeira Autonoe madeirensis , estreleira Argyranthemum thalassophilum, Lobularia canariensis ssp. rosula–venti, Lotus salvagensis, Monanthes lowei e figueira-do-inferno Euphorbia anachoreta.

Com o intuito de preservar este património natural, em 2001 iniciou-se um trabalho de erradicação de plantas invasoras, isto é, plantas que não fazem parte da flora indígena da área e que se alastram com muita facilidade, competindo e destruindo os habitats naturais das espécies indígenas. Exemplos de espécies que estão a ser monitorizadas e controladas são a tabaqueira Nicotiana glauca e mais recentemente, a Conyza bonariensis.

A flora marinha das Ilhas Selvagens apresenta semelhanças à dos arquipélagos vizinhos. A irregularidade dos fundos e a predominância de substratos rochosos, proporciona a colonização por algas fotófilas. Estudos indicam a presença de 173 espécies de macroalgas, com predominância para as algas vermelhas.

 

Geologia

As Ilhas Selvagens são um grupo de ilhas oceânicas de origem vulcânica. A sua história geológica está relacionada com a abertura e expansão do Oceano Atlântico, processo que teve início há cerca de 200 milhões de anos e que continua nos nossos dias.

Instaladas na rampa continental africana, estas ilhas não são mais que afloramentos rochosos que constituem a parte emergida de um único edifício vulcânico que nasceu há cerca de 27 milhões de anos das profundezas do Oceano Atlântico. Por assim ser, compreendem um património geológico de grande valor e tudo indica que estas detêm o título de primeiras ilhas da Região Autónoma da Madeira a se formarem.

A Selvagem Grande é constituída por escórias vulcânicas porosas, que dão origem a um solo de superfície vitrificada.

Na base visível da Selvagem Grande podem ser observados estratos geológicos, no topo dos quais se depositou uma espessa camada de areia calcária de cor amarela durante o Mioceno, período em que a ilha esteve submersa. Esta areia que se infiltrou nas fracturas causadas pelas explosões vulcânicas, originou os actuais diques calcários.

Mais tarde, ter-se-ão formado depósitos de cinzas, areias vulcânicas e lapilli sob imersão. Finalmente, as últimas erupções cobriram a maior parte da ilha com uma camada de lava basáltica.

No passado, estas ilhas deverão ter tido um grau de humidade muito mais elevado do que o actual, o que poderá justificar a presença do elevado número de conchas fósseis expostas no planalto da Selvagem Grande, mais precisamente no Chão dos Caramujos, outrora pertencentes a caracóis terrestres.

 

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VALORES CULTURAIS

A descoberta oficial das Ilhas Selvagens é atribuída ao descobridor português Diogo Gomes em meados do século XV. No entanto, existem relatos que demonstram serem anteriormente conhecidas no Mundo.

Desde o século XVI, como território de privados, as Ilhas Selvagens foram mudando de posse por herança até que, em 1971, passam a estar sob a administração territorial da Região Autónoma da Madeira.

 

Estas foram várias vezes alvo de tentativas de colonização mas,devido à inospicidade e, principalmente, inexistência de água, nunca passaram disso mesmo: de tentativas. Desses períodos, na Selvagem Grande, ficaram alguns vestígios, tais como: muros de pedra, uma velha cisterna e respectivos canais. Durante esses mesmos tempos, e de forma a servir de alimento às pessoas que por cá tentavam fazer vida, foram introduzidos coelhos e cabras, acção que tivera repercussões negativas nos ecossistemas naturais do local, tornando algumas espécies em raras e obrigando-as a sobreviver somente nos locais mais inacessíveis. No final do século XIX as cabras acabaram por se extinguir devido à caça.

Sabe-se, por exemplo, que os seus proprietários, obtinham boas fontes de rendimento com a pesca e salga de peixe, que depois era vendido na Ilha da Madeira. No entanto, a actividade mais lucrativa na história das Ilhas Selvagens era a captura de cagarras, ave pelágica marinha que nidifica nestas ilhas. De setembro a outubro de cada ano, ou no fim da época de reprodução, eram organizadas expedições a estas ilhas com o intuito de capturar o máximo possível de juvenis. As aves eram mortas e aproveitadas para serem utilizadas de várias formas: a carne para o consumo humano, as penas para o fabrico de colchões e outros fins. Estas actividades foram mantidas de uma forma controlada até se iniciar a utilização de barcos a motor, altura em que a colónia de cagarras começou a mostrar fortes indícios de regressão. A última expedição às Ilhas Selvagens para a matança dos juvenis de cagarra partiu do Funchal, a 15 de Setembro de 1967. Existem registos de que também o estrume resultante da acumulação de excrementos de cagarra fora também comercializado, de forma a ser usado na fertilização das terras agrícolas na Ilha da Madeira.

Também era costume, as pessoas da Ilha da Madeira irem às Ilhas Selvagens recolherem urzela Roccella canariensis, um líquen que cresce nas escarpas, muito utilizado na altura para tingir tecidos de cor violeta, e barrilha Mesembryanthemum crystallinum, M. nodiflorum e Suaeda vera, utilizadas no fabrico de sabão, actividades estas que constituíam uma excelente fonte de rendimento.

 

 

 

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HISTORIAL

Estas Ilhas encontram-se legalmente protegidas desde 1971, como reserva, tendo sido a primeira de Portugal. A grande motivação para a proteção destas ilhas foi a necessidade urgente em preservar a colónia de cagarras que nesta altura apresentava fortes indícios de regressão.

A partir de 1976 esta reserva passou a ter vigilância permanente.

A partir de 1991 a gestão destas ilhas passou a ser inteiramente da responsabilidade da Secretaria Regional do Ambiente, através do Serviço do Parque Natural da Madeira.

Desde 1992, são distinguidas com o Diploma Europeu do Conselho da Europa para Áreas Protegidas, como reconhecimento do grande interesse do seu património natural, bem como do trabalho desenvolvido em prol da conservação.

Em 2000, lançou-se um projecto de recuperação dos habitats terrestres da Selvagem Grande e, após estudos de variabilidade da espécie, foi tomada a decisão da erradicação da planta tabaqueira, do coelho e dos ratos, a qual obteve êxito total. Com este projecto conseguiu-se erradicar os coelhos e os ratos e manter sob controlo a tabaqueira.

Em 2001, estas ilhas, passaram a integrar a Rede Natura 2000, como Zona de Protecção Especial (ZPE) e Zona Especial de Conservação (ZEC) e tendo esta área sido alargada em 2014 para um total de ZPE de 124.530ha. São igualmente uma "Important Bird Area" (IBA), em português, "Área Importante para as Aves". Todo este reconhecimento deve-se ao facto das Ilhas Selvagens combinarem uma variedade de fatores, nomeadamente: localização geográfica, isolamento e condições de colonização muito difíceis. Assim sendo, estas Ilhas apresentam habitats e espécies que são representativos e importantes para a conservação in situ da biodiversidade, particularmente dos que são vulneráveis a nível Mundial.

Em 2009, com a aprovação do Plano de Ordenamento e Gestão das Ilhas Selvagens, estas ilhas deixaram de ser Sítio de Importância Comunitária (SIC) e foram classificadas de Zona Especial de Conservação (ZEC).

 

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GESTÃO E PROTEÇÃO

 

estatutos de proteção

Toda a área correspondente à Reserva Natural das Ilhas Selvagens tem estatuto de Área de Proteção Total.

 

Áreas de Proteção Total

São todas as áreas de elevado valor ecológico e biofísico, muito sensíveis às atividades humanas e/ou com fraca capacidade de regeneração, sujeitas a proteção absoluta de todos os seus valores naturais. Estas reservas integrais pretendem a salvaguarda e conservação de valores de flora e de fauna e respectivos habitats.

Através deste estatuto são resguardados os ecossistemas de toda a área terrestre (Selvagem Grande, Selvagem Pequena, Ilhéu de Fora e ilhéus adjacentes), e de toda a área marinha envolvente até à batimétrica dos 200 metros.

 

Atividades permitidas/interditas

O enquadramento legal para a proteção das Ilhas Desertas estabelece uma área protegida delimitada pela batimétrica dos 200 metros e inclui toda a área terrestre e marinha.

Nesta área é permitido:

 

  • o acesso de pessoas à área terrestre, o mergulho, a visita interpretativa, observação e escuta de aves e a pernoita no âmbito de atividades de sensibilização e pedagógicas mediante autorização do Serviço do Parque Natural da Madeira;
  • a navegação;

 

 

Está interdito em toda esta área:

 

  • a colheita, corte, captura, abate ou detenção de exemplares de seres vivos, bem como a destruição dos seus habitats naturais;
  • a extração de material geológico ou arqueológico ou a sua exploração, quer de origem marinha, quer terrestre;
  • o abandono de detritos ou lixo;
  • o lançamento de águas provenientes de lavagens de embarcações, no mar ou no solo;
  • a prática de atividades ruidosas;
  • a utilização de fundeadouros fora das zonas especialmente destinadas a esse fim;
  • a pesca;
  • a utilização para fins comerciais de aparelhos de fotografia, filmagem e radiodifusão sonora ou visual sem autorização do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza.

 

Para informação mais detalhada consulte abaixo o Regulamento do Plano de Ordenamento e Gestão das Ilhas Selvagens.

 

Legislação aplicável

Regulamento do Plano de Ordenamento e Gestão das Ilhas Selvagens

Edital da Capitania do Porto do Funchal nº15/2011, de 29 de novembro - Interdita a atividade de pesca na Reserva Natural das Ilhas Selvagens.

Edital da Capitania do Porto do Funchal nº9/2006, de 8 de setembro - Estabelece os fundeadouros nas Ilhas Selvagens e regula o período do ano em que poderá ser praticado o fundeadouro da Selvagem Pequena.

Decreto Regional nº11/81/M, de 15 de maio - Altera o Decreto Regional nº15/78/M, de 10 de março.

Decreto Regional nº15/78/M, de 10 de março - Classifica as Ilhas Selvagens como Reserva Natural.

Decreto Lei nº458/71, de 29 de outubro - Classifica as Ilhas Selvagens como Reserva.

Decreto Regulamentar Regional n.º 3/2014/M, de 3 de março de 2014  - Procede à classificação das Zonas de Proteção Especial (ZPE) da Região Autónoma da Madeira

Consulte ainda o Plano de Ordenamento e Gestão das Ilhas Selvagens!

 

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PROGRAMAS DE CONSERVAÇÃO, ESTUDOS E PROJETOS EM CURSO

  • Programa de controlo de plantas invasoras;

    Evaluate quantitatively the regeneration of the natural habitats of the island;

    Estudo da distribuição das espécies de flora na Selvagem Grande;

    Estudo da distribuição das espécies de Argyranthemum thalassophilum, Asparagus nesiotes ssp. nesiotes e Euphorbia anachoreta;

    Monitorização e identificação de fauna entomológica;

    Estudo demográfico e comportamental de osgas das Selvagens;

    Monitorização da recuperação da população da osga das Selvagens Tarentola bischoffi;

    Monitorização das populações de osga e de lagartixa na Selvagem Grande;

    Aves marinhas nidificantes;

    Estudos ornitológicos: cagarra Calonectris borealis; alma-negra Bulweria bulwerii; pintainho Puffinus iherminieri baroli; roque-de-castro Hydrobates castro; painho-de-swinhoe Oceanodroma monorhis;

    Monitoring and control of the Herring gull Larus michahellis atlantis;

    Foraging distribution and behavior of male and female cory’s shearwaters, and test of contrasting hypotheses explaining the sexual segregation of seabirds, with relevance to conservation;

    Foraging strategies of cory’s shearwaters in contrasting marine environments, and its interaction with sex-specific adaptations;

    Influence of adult experience and chick age on the regulation of parental care during early chick development;

    Life-history strategy and constraints in relation to age, sex and body size in a long-lived seabird;

    Senescence in a long-lived bird: its development and effects on different fitness components;

    Survival rates of cory’s shearwaters in relation to age, sex, and to the development of new, potentially-threatening, fisheries;

    Atlantic ocean-wide changes in sea surface temperature and trends on cory’s shearwater Calonectris borealis foraging success, migration and population dynamics;

    Monitorização da população de calcamar na Selvagem Grande: selecção de 10 ninhos com o casal identificado para aplicação de data-loggers em 2012;

    Trophic relationships amongst pelagic predators in the deep seas of Madeira – Selvagens.

    (Tese de doutoramento sobre dieta de aves marinhas e atuns nas Selvagens e Desertas. Este estudo vai basear-se em técnicas genéticas para identificação das presas (semi)-digeridas em amostras de dieta e em dejectos);

    Evaluate the effects of the programme on non-target species, namely geckos Tarentola boettgeri and pipits Anthus berthelotti madeirensis;

    Monitorização da fauna marinha e flora das Ilhas Selvagens;

    Biotoxinas;

    Colheita de amostra de água e de flora e fauna marinhas no âmbito de um projeto de contaminação marinha (biotoxinas);

    Estudos geológicos;

    Monitorização da recuperação dos habitats terrestres da Selvagem Grande;

    Estudo de parasitas de peixes costeiros, com o intuito de avaliar o seu potencial como indicadores de qualidade ambiental e biodiversidade;

    Monitorização da população de cagarra na Selvagem Grande;

    Acompanhamento da época de nidificação do pintainho Puffinus iherminieri baroli.

    Estudo sobre migração e biologia reprodutora da cagarra Calonectris borealis, sobre biologia da reprodução de almas-negras Bulweria bulwerii e prospecção de ninhos de Oceanodroma sp.

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Site Actualizado em :Quinta 21 Julho 2016, 11:24