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Espécies e habitats

Controlo de Plantas Invasoras

As Áreas Protegidas comportam constantemente profundas alterações provocadas pelas múltiplas e crescentes atividades humanas que nelas se fazem sentir. A introdução de plantas invasoras, que levam à descaraterização dos ecossistemas, é uma, entre muitas, dessas alterações sendo uma das situações mais difíceis de controlar e recuperar.

Na Madeira, estas plantas foram introduzidas consciente ou inconscientemente, propagando-se e desenvolvendo-se espontaneamente, tornando-se a maior ameaça ao equilíbrio e futuro dos ecossistemas insulares. Perante a responsabilidade de conservar o Património Natural da Região, o Serviço do Parque Natural da Madeira (SPNM), não tem ficado alheio a este problema, e tem promovido diversos projetos que visam controlar ou erradicar este tipo de plantas das Áreas Protegidas que têm sob sua jurisdição.

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Recuperação dos habitats terrestres das Ilhas Desertas e Selvagens

A introdução de animais e plantas em ecossistemas insulares oceânicos é um dos grandes problemas de conservação dos nossos dias. Este panorama começou a desenhar-se quando o Homem passou a ter capacidade para continentalizar estas pequenas porções de terra, isoladas desde o dia em que surgiram. Tal como aconteceu um pouco por todo o Mundo, em tempos históricos a Selvagem Grande e a Deserta Grande foram alvo da introdução de várias espécies. Quatro das espécies mais lesivas para o equilíbrio destes habitats terrestres a cabra Caprus hircus, o coelho Oryctolagus cuniculus, o murganho Mus musculus e a tabaqueira Nicotiana glauca foram alvo de projetos de controlo/erradicação com vista a permitir a recuperação destes patrimónios naturais.

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FREIRA-DO-BUGIO

  

A freira-do-bugio Pterodroma deserta é uma ave marinha pelágica, endémica da Madeira. É uma espécie extremamente rara, onde a sua população está basicamente restrita a um único local com os ninhos concentrados no planalto sul da ilha do Bugio e alguns nas zonas de escarpa adjacentes.

Historicamente, a freira-do-bugio foi durante muito tempo, considerada tal como a freira-da-madeira, uma subespécie de freira de pena lisa Pterodroma mollis, que nidifica no Atlântico Sul. Estudos resultantes de análises filogenéticas haviam demonstrado já que os taxa do Atlântico Norte se encontravam claramente separados de Pterodroma mollis, com duas espécies distintas de Pterodroma (P. madeira e P. feae), havendo ainda informações de natureza diversa que indicavam a existência de diferenças substanciais (morfológicas, etológicas e fenológicas) entre as duas populações de Pterodroma feae, nidificantes no arquipélago de Cabo Verde e na Ilha do Bugio, arquipélago da Madeira. Atualmente, e resultante de estudos genéticos comparativos, as populações de Cabo Verde e do Bugio são consideradas espécies distintas (P. feae e P. deserta respectivamente) reforçando o estatuto de ameaça da espécie e a importância da sua conservação.

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LOBO-MARINHO

  

A foca-monge do Mediterrâneo ou lobo-marinho, Monachus monachus, como é conhecida no arquipélago da Madeira, é a foca mais rara do mundo e uma espécie considerada em perigo crítico pela União Internacional para a Conservação da natureza. Em Portugal, ocorre unicamente no arquipélago da Madeira, mais especificamente nas Ilhas Desertas e ilha da Madeira.

O Serviço do Parque Natural da Madeira (SPNM) iniciou um projeto para a conservação do lobo-marinho e do seu habitat em 1988 o que levou à criação da Área Protegida das Ilhas Desertas em 1990 que entretanto passaram a Reserva Natural em 1995.

A proteção in loco, a monitorização e o estudo do Lobo-marinho, juntamente com a educação ambiental, têm sido as principais estratégias utilizadas para a sua salvaguarda.

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POMBO-TROCAZ

  
O pombo-trocaz Columba trocaz é uma espécie endémica da Ilha da Madeira. Estando atualmente restrito à ilha da Madeira, existem contudo evidências fósseis que sugerem uma distribuição mais alargada, que incluía a ilha do Porto Santo. Vive associado à floresta Laurissilva, apesar de ser frequentemente visto em zonas de floresta exótica adjacentes a esta. Apresenta uma clara preferência por áreas com predominância do Til, árvore que é bastante procurada ao longo de todo o ano. Os estratos herbáceos e arbustivos são também usados de forma consistente, com especial relevo para os períodos em que existe menor disponibilidade de baga.

A população desta espécie foi recentemente avaliada, estando estimada como superior a 10000 indivíduos (consulte aqui o relatório para leigos do censo realizado em 2012) mantendo-se estável e com um estatuto de conservação favorável, apresentando flutuações expectáveis para este tipo de populações selvagens, estando garantida a sua estabilidade e adequado funcionamento.

Em termos históricos a perda e degradação do seu habitat foi um factor determinante. Atualmente, fruto dos estragos que causa nos campos agrícolas, goza de uma grande impopularidade junto das populações rurais, o que leva ao seu envenenamento e abate ilegal. De forma a minimizar os estragos que esta espécie causa em áreas agrícolas, têm sido dados apoios aos agricultores, através do seu acompanhamento e da distribuição gratuita de três tipos de dispositivos (espanta-pássaros a gás, redes de exclusão e fitas holográficas) para minimização dos estragos causados nas culturas.
 

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FREIRA-DA-MADEIRA

  

A freira-da-madeira Pterodroma madeira é uma ave marinha pelágica, endémica da Ilha da Madeira. É uma das aves marinhas mais raras do Mundo, e esteve considerada extinta até aos finais da década de 1960. Apresenta uma população mundial de apenas 65 a 80 casais, com uma área de nidificação restrita ao Maciço Montanhoso Oriental, mais precisamente em pequenos patamares acima dos 1600 metros de altitude, localizados entre o Pico do Areeiro e o Pico Ruivo.

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Aves Marinhas Nidificantes

As Ilhas do Arquipélago da Madeira, em particular as Ilhas Desertas e as Ilhas Selvagens, albergam algumas das melhores zonas de nidificação para as aves marinhas do Mundo.

As aves marinhas pelágicas são um grupo de aves extremamente bem adaptadas à vida nos grandes oceanos. Alimentam-se e vivem no mar e só procuram terra para desenvolver a sua época reprodutora.

Fruto da sua elevada especialização ao meio marinho, desenvolveram estratégias de vida que as torna, quer no mar quer em terra, extremamente vulneráveis à ação nefasta do Homem (por ex. degradação do habitat de nidificação e poluição marítima). Por esta razão, nos nossos dias encontram-se entre os grupos de aves mais vulneráveis e, regra geral, com estatutos de conservação desfavoráveis.

As Desertas e as Selvagens, pequenas ilhas rochosas, possuem características que as tornam únicas para estas espécies. Por um lado a sua natureza vulcânica, que providencia inúmeras cavidades e reentrâncias propícias à construção de ninhos, por outro o seu carácter isolado, que lhes confere proteção contra a predação e perturbação humana.

Também a ausência de predadores naturais contribui para que sejam o local escolhido por várias aves marinhas para nidificar. São seis as espécies de aves marinhas que nidificam nas Desertas e/ou Selvagens: a freira-do-bugio Pterodroma deserta, o roque-de-castro Oceanodroma castro, a alma-negra Bulweria bulwerii, o calcamar Pelagodroma marina, o pintainho Pufffinus assimilis, e a cagarra Calonectris diomedea.

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Site Actualizado em :Quinta 03 Janeiro 2013, 17:22