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Fauna

Mamíferos

Lobo-marinho

Como devo comportar-me na presença de um lobo-marinho?

O mais sensato é manter a distância e evitar perturbá-lo. No mar, deve-se procurar sair calmamente da água. O lobo-marinho não é um animal agressivo mas é um animal selvagem, de grande porte e pode ser bastante curioso procurando interagir com o homem. E esta interação deve ser evitada ao máximo pois poderá conduzir a acidentes.

Se observar um lobo-marinho é importante informar o SPNM?

Sim é. A reunião dos registos de observações de lobos-marinhos no mar da Madeira permite ter uma ideia da área de distribuição dos animais, conhecer melhor o seu comportamento e em algumas situações identificar os lobos-marinhos observados, permitindo assim o seu acompanhamento individual. Esta informação é muito útil para a definição das estratégias de conservação da espécie.

Por isso é importante quando se observar um lobo-marinho registar a data, a hora e o local da observação, bem como descrever as características do lobo-marinho e do seu comportamento. Se for possível a recolha de imagens, estas devem também ser encaminhadas para o SPNM ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ), pois são o melhor meio para ajudar na identificação dos lobos-marinhos.

O registo poderá ser encaminhado através da ficha.

Esta é uma forma de colaborar na conservação desta espécie ameaçada.

O lobo-marinho é uma foca?

Sim o lobo-marinho é uma foca, também conhecido por foca-monge do Mediterrâneo.

Lobo-marinho foi a denominação dada na Madeira quando estas focas foram observadas pela primeira vez, pelos portugueses, em 1419.

Os focídeos, juntamente com os otariídeos e os odobenídeos, são as três famílias da ordem dos Pinípedes – animais com pés (no latim pedes) em forma de barbatana (no latim pinnae).

As focas, caraterizam-se por não terem pavilhão auditivo e por terem os membros posteriores direcionados para trás. Já as otárias apresentam pavilhão auditivo e os membros posteriores estão dirigidos para a frente possibilitando um bom deslocamento em terra, tal como acontece com os leões-marinhos, frequentemente confundidos com os lobos-marinhos.

As morsas, a única espécie da família odobeniidae, não apresentam pavilhão auditivo, têm os membros posteriores dirigidos para a frente e são os únicos pinípedes que têm presas.

Porque não se utiliza a translocação e a reprodução em cativeiro como medida de conservação do lobo-marinho?

A aplicação destas medidas não é consensual entre a comunidade científica, por serem medidas intrusivas aplicadas numa espécie ameaçada. Para além disso, não existem quaisquer estudos que permitam avaliar a viabilidade destas operações, como por exemplo identificar uma população “dadora” que não seja afetada negativamente com a retirada de animais, e identificar uma população “recetora” onde os indivíduos introduzidos tenham uma boa integração social e ambiental.

No caso da reprodução em cativeiro, acresce ainda o facto da grande maioria dos lobos-marinhos que passaram pelo cativeiro, no passado, não terem sobrevivido mais do que alguns meses.

A aplicação destas técnicas deverá envolver primeiro, entre a comunidade científica, um debate transparente e ausente de quaisquer outros interesses que não a conservação do lobo-marinho, para avaliar a real necessidade e eficácia desta medida para a conservação desta espécie.

 

Aves

Gerais

Quantos e quais são os endemismos da avifauna madeirense?

A avifauna da Região Autónoma é bastante rica em endemismos, quer a nível de espécies, quer a nível de subespécies, dividindo-se em endemismos macaronésicos e endemismos do Arquipélago da Madeira, num total de 23 espécies:

Espécies endémicas do Arquipélago da Madeira – 4

- Freira-do-bugio (Pterodroma deserta);

- Freira-da-madeira (Pterodroma madeira);

- Pombo-trocaz (Columba trocaz);

- Bis-bis (Regulus madeirensis);

Subespécies endémicas do Arquipélago da Madeira – 6

- Manta (Buteo buteo harterti);

- Coruja (Tyto alba schmitzi);

- Lavandeira (Motacilla cinérea schmitzi);

- Corre-caminhos (Anthus bertheloti madeirensis);

- Tentilhão (Fringilla coelebs madeirensis);

- Pintarroxo (Carduelis cannabina guentheri);

Espécies endémicas da Macaronésia – 1

- Andorinha-da-serra (Apus unicolor)

Subespécies endémicas da Macaronésia – 12

- Pintainho (Puffinus assimilis baroli);

- Calcamar (Pelagodroma marina hypoleuca);

- Codorniz (Coturnix coturnix confisa);

- Francelho (Falco tinnunculus canariensis);

- Fura-bardos (Accipiter nisus granti);

- Gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis atlantis);

- Pombo-da-rocha (Columba livia atlantis);

- Toutinegra (Sylvia atricapila heinecken);

- Cigarrinho (Sylvia conspicillata orbitalis);

- Melro-preto (Turdus merula cabrerae);

- Pardal-da-terra (Petronia petronia madeirensis);

- Canário-da-terra (Serinus serinus canaria);

Quantas e quais são as áreas importantes para a avifauna existentes na Região Autónoma da Madeira, nomeadamente Zonas de Proteção Especial (ZPE’s) e Important Bird Areas (IBA’s)?

As áreas atualmente existentes na RAM com interesse para a avifauna, nomeadamente ZPE’s (zonas definidas com base na Diretiva Aves da Comunidade Europeia) e IBA’s (áreas importantes para as aves, de acordo com critérios da BirdLife International) são as seguintes:

ZPE’s - 4:

- Ilhas Desertas;

- Ilhas Selvagens;

- Maciço Montanhoso Oriental da Ilha da Madeira;

- Laurissilva da Madeira;

IBA’s - 8:

- Ponta do Pargo;

- Laurissilva;

- Maciço Montanhoso Oriental da Ilha da Madeira;

- Ponta de São Lourenço;

- Porto Santo Oeste;

- Ilhéus do Porto Santo;

- Ilhas Desertas;
- Ilhas Selvagens;

 

Freira-da-madeira

Se for ao Pico do Areeiro tenho alguma probabilidade de encontrar uma freira-da-madeira em voo?

A partir do mês de Abril, a freira-da-madeira inicia as visitas às suas áreas de nidificação. Contudo só regressa a terra ao pôr-do-sol, pelo que durante o dia não será possível observa-la no Pico do Areeiro em voo. Se não houver luar, na chegada à colónia as aves emitem chamamentos conspícuos tornando-se silenciosas com o luar. A saída das aves dos ninhos para o mar efetua-se antes do nascer-do-sol e as aves deslocam-se silenciosamente para não serem detetadas.

Posso fazer escutas noturnas à freira-da-madeira por minha conta e risco?

As visitas às áreas de nidificação carecem de autorização do Serviço do Parque Natural da Madeira.

Contudo é concedida autorização a empresas de animação turística, possibilitando o usufruto de uma visita noturna ao local de reprodução desta ave, permitindo a audição das vocalizações que estas aves utilizam para comunicar entre si.

 

Pombo-trocaz

Possuo um terreno agrícola onde estão a ocorrer estragos nas culturas provocadas pelo pombo-trocaz. Como proceder para obter apoios para minimização dos estragos?

Contacte o Corpo de Vigilantes do Serviço do Parque Natural da Madeira, através dos telefones 291 214 360 (sede), 964 777 556 (coordenação do Corpo de Vigilantes da Natureza) ou 962 487 038 (coordenação da Brigada do CVN). O SPNM efetuará uma visita ao terreno, em data a combinar, para perceber quais dos métodos disponíveis para apoio (máquina espanta-pássaros a gás, fita holográfica ou rede de exclusão) é o mais adequado para o seu caso.

Qual a importância e estatuto de ameaça atual do pombo-trocaz?

O pombo-trocaz Columba trocaz é uma espécie endémica da Ilha da Madeira. Quer isto dizer que é uma espécie que ocorre exclusivamente nesta ilha e em mais nenhuma outra parte do Mundo (não confundir com pombo-torcaz Columba palumbus, que é uma espécie cosmopolita que ocorre por toda a Europa). Por este fator é uma espécie que apresentará sempre um determinado grau de ameaça, dado que tem ocorrência muito limitada.

No entanto, atualmente esta espécie integra o grupo de espécie Não Ameaçadas (IUCN, 2012), por apresentar uma tendência populacional positiva, com efetivo superior a 10000 indivíduos (SPNM,2012), e pelo facto do seu habitat preferencial (floresta Laurissilva) se apresentar efetivamente protegido e em bom estado de conservação.

Esta espécie é também extremamente importante para a conservação e expansão da floresta Laurissilva. Estudos da dieta demonstraram que a passagem das sementes das principais árvores desta floresta pelo trato digestivo do pombo-trocaz potencia a sua germinação, tendo esta ave um papel igualmente preponderante na disseminação das mesmas por áreas limítrofes da floresta, o que obviamente potencia a sua expansão.

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Site Actualizado em :Sexta 05 Fevereiro 2016, 15:58